Ouvindo: Los Fabulosos Cadillacs – La Marcha del Golazo Solitario

Um dia, esse time me mata… É muita emoção.

Chora, Santo!

Até comprei cerveja pra assistir o jogo, mas não tive coragem de abrir. Ia esquentar de tão nervoso que eu estava. Quando o jogo começou, então, tive certeza absoluta de que ia passar muito mais nervoso quando vi Marcão fazendo um milagre aos nove minutos. Depois, no outro aos 30, eu já nem pensava mais. Só queria que aquilo terminasse logo pra ver se o Luxa acertava a casa rápido.

Começou o segundo tempo sem o tiozão do churrasco, o chefe da contabilidade, o caixa de padaria portuguesa, Paulo Baier. Eu fiquei mais preocupado ainda porque eu tinha certeza que isso significava que não teria mais ninguém  pra perder gols incríveis. E quando eu já achava que não perderíamos mais, os conterrâneos de mamãe resolveram fazer um gol.

E aí… penaltis…

Quando o Wolfgang Amadeus Mozart perdeu o primeiro pênalti, vi a viola em caco. Mas quem tem São Marcos não precisa de maestro. O santo rege! Um, dois, três, três penaltis. E a festa no chiqueiro tá no ar.

Mais uma quartas-de-final de Libertadores, onde a gente não costuma perder. E a pinta de campeão continua no ar…

Ai meu coração, vamos ver se aguenta…

Ouvindo: TI – Dead and Gone

Acho que eu tive torcicolo uma vez na vida. Dor nas costas e nos ombros são comuns, mas não no pescoço. Bom, espero que continuem distantes da minha realidade, porque se doer do jeito que está doendo desde quarta, vou fazer  “a lenda do cavaleiro sem cabeça” deixar de ser lenda e virar história real.  E nem é torcicolo, porque eu consigo mexer a cabeça, de certa forma, e dói mesmo quando não mexo. Dói tanto que meu sonho é voltar a olhar pra baixo, ou mexer meus braços sem ter vontade de arrancá-los. Ou então dormir sem acordar a cada mexida. Quem sabe se eu tirar algum stress da minha vida neste sábado de trabalho eu resolvo meu problema?

Ok, back to bed now. 5 horas e 30 minutos antes de acordar…

Nossa senhora, Deus me ajude.

Enrolandaço pra desligar o laptop, colocar na escrivaninha, desligar a TV e dormir, eu resolvi colocar naquele negócio de música da NET. Entre “Sertanejo”, “Axé”, “Forró”, “Sucessos” tocando Calypso e outros temas, escolho “Baladas”. Acaba uma música X e começa Air Supply. “Making love out of nothing at all”. O clássico maior da dor de corno. A Mestre dos Magos das músicas para curtir fossa. Eu até que gosto da música, mas é de uma breguice sem igual.

E assim nasce uma categoria nesse blog, com título em homenagem a Daniela e sua clássica frase “é o cu da cobra anã“. É lógico que eu sou um pouquinho mais educadinho… =)

Vou dormir antes que isso vire Twitter – que aliás não tenho porque me falta poder de síntese. Auf Wiedersehen.

Ouvindo: Vampire Weekend – The Kids Don’t Stand a Chance

Faz tempo que eu não apareço por aqui. Muito tempo. Falta de tempo, de inspiração, de vontade… Não que tenha mudado algo nos últimos 10 minutos e eu resolvi escrever, mas é que são 2h41 da manhã e eu estou totalmente sem sono. Como estou cansado de trabalhar quase diariamente até às 4 da manhã e eu já dormi e já acordei, achei que talvez pudesse fazer algo diferente. Bem, aqui estou.

Muita coisa aconteceu desde janeiro, que acho que foi quando passei por aqui da última vez. Tanta coisa que não dá pra contar assim fácil, mas que também não interessam lá muito. E também não vou prometer voltar, porque eu nunca volto. Quem sabe sem prometer…

Parafraseando o Gaguinho (apropriadamente em tempos de “influenza porquina”), “Isso é tudo, pe-pessoal”.

Ouvindo: Foo Fighters – A320

Eu tenho um livrinho preto, com meus poemas nele. O fato dele ser preto é, sim, derivado de “Nobody home”. Bom, eu tinha um livrinho preto com meus poemas, eu não sei onde o meu livrinho preto foi parar.

Provavelmente eu o perdi quando meu blog deixou de ser preto…

Não sou das pessoas mais cuidadosas do mundo, devo admitir. Perco muitas coisas. Não sei dizer se isso é uma doença, mas eu realmente perco coisas que eu não gostaria de perder, o que é extremamente desagradável e gera os “eu tenho mas não faço a mínima idéia de onde esteja”. Pra você ver: ultimamente eu perdi meu “will and why and wherefore”, e devo admitir que já vasculhei a casa toda e não consigo encontrar. Quer dizer, falta olhar dentro do “armário”, mas parte dele continua “vazia” o suficiente pra eu achar qualquer coisa, e outra parte continua muito “cheia” pra encontrar qualquer coisa.

Paradoxos. “Pararráios em dia de sol para mim”, como diria Humberto. E sem hifen, como manda a nova língua portuguesa.

Do que eu mais sinto falta, além do supracitado, é do sentido. Como faz falta o sentido! Sem sentido, meu senso de direção fica quase nulo, o que me torna bem mais sensível ao vento. Se eu tô de paraquedas então, isso vira um grande problema. Bom, grande problema, grande mesmo, e a sensação de que, na verdade, eu me perdi, e não faço ideia (sem acento) de onde.

Como diria o Zé Renato: “se você me deixar aqui, mano, eu sento na sarjeta e choro!”. Saudades, mano.

Ouvindo: Keane – On a Day like Today

“On a day like today
I looked at you and I
Saw something in the way
You stared into the sky

I saw you, were sick and tired of my wrong turns
If you only knew, the way I feel
I’d really love to tell you
But I

Could never seem to say
The things I needed to
On a day like today
No other words would do

I saw you, were sick and tired of my wrong turns
If you only knew, the way I feel
I’d really love to tell you
But I

Can never find the words to say
And I don’t know why
I can’t find the words to say
And I don’t know why

I saw you
Were sick and tired of my wrong turns
If you only knew, the way I feel
I’d really love to tell you

But I
Can never find the words to say
And I don’t know why
I can’t find the words to say
And I don’t know why”

PS: A categoria do blog não tem esse nome por causa dessa música, mas por causa de outra, de mesmo nome (não vou falar de quem pra evitar as piadas). Coincidências, apenas.

Sei lá o que eu fiz e onde eu fucei que consegui deletar os outros posts do blog. Not a big deal, though. Eu tenho um backup deles na minha máquina, mas por ora eu vou deixá-los de fora. Aproveitei pra mudar o template, também. Quem sabe com o blog vazio eu não me animo a mantê-lo atualizado.

See you soon.