Ouvindo: Los Fabulosos Cadillacs – La Marcha del Golazo Solitario
Um dia, esse time me mata… É muita emoção.
Até comprei cerveja pra assistir o jogo, mas não tive coragem de abrir. Ia esquentar de tão nervoso que eu estava. Quando o jogo começou, então, tive certeza absoluta de que ia passar muito mais nervoso quando vi Marcão fazendo um milagre aos nove minutos. Depois, no outro aos 30, eu já nem pensava mais. Só queria que aquilo terminasse logo pra ver se o Luxa acertava a casa rápido.
Começou o segundo tempo sem o tiozão do churrasco, o chefe da contabilidade, o caixa de padaria portuguesa, Paulo Baier. Eu fiquei mais preocupado ainda porque eu tinha certeza que isso significava que não teria mais ninguém pra perder gols incríveis. E quando eu já achava que não perderíamos mais, os conterrâneos de mamãe resolveram fazer um gol.
E aí… penaltis…
Quando o Wolfgang Amadeus Mozart perdeu o primeiro pênalti, vi a viola em caco. Mas quem tem São Marcos não precisa de maestro. O santo rege! Um, dois, três, três penaltis. E a festa no chiqueiro tá no ar.
Mais uma quartas-de-final de Libertadores, onde a gente não costuma perder. E a pinta de campeão continua no ar…
Ai meu coração, vamos ver se aguenta…
