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Sobre

Leonino do dia 10 do ano da melhor seleção brasileira de todos os tempos: aquela que não ganhou nada, mas tinha Falcão, Sócrates, Zico e Cerezo. Campineiro do Botafogo, criado no Majestoso, italiano, palmeirense e sofredor. Extremamente tecnológico, viciado em televisão e música. Não toca nem campainha – quanto mais um violão. Queria ser o Dave Grohl. É fã de Beatles, dos Rolling Stones, Los Hermanos, The Killers, Silverchair e Legião, My Chemical Romance e Fall Out Boy. Afinal, como ele mesmo se define, “se não tivesse personalidade, seria emo”.

Já assistiu “50 first dates” 11 vezes e em todas canta “Forgetful Lucy” – e esquece um pedaço da letra. Adora filmes água com açúcar e do Steven Seagal, Chuck Norris e Van Damme. “Fight Club” é um clássico. Queria ter estudado com Ferris Bueller, corrido com o Forrest Gump e lutado na Terra Média, mas o máximo que conseguiu foi um cover dos Backstreet Boys.

Goleiraço de 1,74m de altura, um craque das defesas espetaculares e dos frangos impossíveis. Exímio arremessador de três pontos. Yankee, pele vermelha e laker, torceu para a temporada perfeita dos Patriots, porque gosta de ver a história sendo escrita perante seus olhos. Também foi por isso que, depois da morte do Senna, torceu para todos os títulos do Schumacher vestindo vermelho, especialmente depois do terceiro – quando tudo o mais já era inevitável. Quando viu o Dream Team jogar, teve certeza de que algumas pessoas desse mundo simplesmente não são desse mundo.

Faz macarrão como ninguém: uma vez por dia. Faz o melhor pão de alho que se pode querer em um churrasco. Tem mania de lavar a mão enquanto cozinha. Sushiman de certificado e mão cheia, comeria pizza e sashimi em todas as refeições, inclusive no café da manhã. Teria uma temakeria se possível fosse. Ou um sport bar. Ou um loft. Ou um apartamento na Riviera de São Lourenço. Ou muito dinheiro – já estaria bom demais.

Poeta triste. Ou tenta ser. Ou não consegue ser poeta sem ser triste. Blogueiro, gostaria de escrever mais do que escreve, mas a preguiça, o trabalho e o playstation não deixam – por isso também não lê livros que não lhe interessam, não vai ao teatro para assistir dramas e nem ao cinema para assistir comédias românticas. Odeia fazer a barba, por isso anda muito barbudo, mas ainda não perdeu a noção: faz a barba quando necessário. Cortaria o cabelo a cada quinze dias, mas morre de preguiça de ir ao barbeiro. Entretanto, compraria um cd novo a cada dia. Ainda bem que não tem dinheiro pra isso.

Analista de segurança, auditor e tester, odeia programar, mas adora desenvolver. Tem boas idéias que não saem do papel por pura falta de tempo. Adora todos os seus amigos, com exceção daqueles que odeia com força. Nada mortal, já que não se permite odiar alguém até a morte. Em compensação, é capaz de amar até morrer, e disso já morreu várias vezes. De fato, de tanto que morreu – sem contar as diversas fraturas – é espantoso que ainda esteja vivo. Mas, como está, escreve nesse blog quando se empolga ou sente vontade ou sobra tempo ou está com insônia, sua grande companheira de todas as noites. Embora desejasse que a companhia fosse outra…

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